Em todo o Pará, 461 pessoas integram o Programa Federal de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita), ferramenta que busca garantir a segurança de quem, devido à colaboração em processos criminais, passa a correr risco de vida. Os dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), de dezembro de 2024, ainda detalham que os ‘protegidos’ no Estado estão ligados a 158 casos envolvendo crimes diversos. O advogado criminal Antônio Milton Dias Amorim Júnior explica como funciona o programa e quem pode participar.
Imagens: Arquivo Pessoal
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