A Conmebol anunciou, nesta quinta-feira (28), a criação de um grupo de trabalho para combater o racismo no futebol sul-americano.
A iniciativa será liderada pelo ex-jogador Ronaldo Nazário e contará com a participação de figuras como Fatma Samoura, ex-secretária-geral da FIFA, e Sergio Marchi, presidente da FIPRO.
O projeto surge em um momento crítico, com diversos episódios de discriminação registrados nas competições continentais.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, destacou que a decisão foi tomada após reuniões com jogadores, dirigentes e representantes dos governos dos dez países-membros da entidade.
Entre as medidas anunciadas está a criação de uma lista de torcedores banidos de estádios por condutas racistas, além de programas educativos para jogadores, clubes e torcedores. "Temos um problema sério e precisamos solucioná-lo juntos", afirmou Domínguez.
Para Ronaldo, a união de esforços entre federações e governos representa um passo histórico. "Ver esse compromisso coletivo me enche de alegria e esperança", disse o ex-jogador.
A iniciativa também promete reformular regras disciplinares da Libertadores e da Sul-Americana para punir clubes cujos torcedores cometam atos discriminatórios.
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A iniciativa será liderada pelo ex-jogador Ronaldo Nazário e contará com a participação de figuras como Fatma Samoura, ex-secretária-geral da FIFA, e Sergio Marchi, presidente da FIPRO.
O projeto surge em um momento crítico, com diversos episódios de discriminação registrados nas competições continentais.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, destacou que a decisão foi tomada após reuniões com jogadores, dirigentes e representantes dos governos dos dez países-membros da entidade.
Entre as medidas anunciadas está a criação de uma lista de torcedores banidos de estádios por condutas racistas, além de programas educativos para jogadores, clubes e torcedores. "Temos um problema sério e precisamos solucioná-lo juntos", afirmou Domínguez.
Para Ronaldo, a união de esforços entre federações e governos representa um passo histórico. "Ver esse compromisso coletivo me enche de alegria e esperança", disse o ex-jogador.
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